Blogão do Folha ****

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Faz tempo que não escrevo nada.

O fato é que hoje me deu vontade de escrever algo.

Com o cancelamento do meu fotolog me resta esse espaço agora.

Quem sabe oque me reserva “O AMANHÔ

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Julho de 2011,

Finalmente havia chegado o dia que ficaria marcado na minha memória por toda a vida.

Seria minha primeira ida a um show de rock e a apresentação seria de umas das minhas bandas favoritas, The Gathering.

Banda de origem holandesa iniciante do Doom/Gothic Metal que durante o decorrer dos anos foi desenvolvendo estilo próprio e hoje com suas guitarras eletricas e melodias cumpridas de sonoridade unica está mais para o estilo Underground.

(Minha opnião sobre a banda – http://fotolog.terra.com.br/manofolha:597 )

Levanto cedo após uma noite mal dormida pela ansiedade e me dirijo ao Hangar 110 na estação Armenia do metrô de São Paulo (casa onde seria a apresentação da banda). Durante a caminhada minha empolgação é tão grande que custo a acreditar e na tentativa de aliviar a ansiedade faço videos que são verdadeiros micos para registro pessoal.

Hangar 110 casa onde se realizaria o Show

Muito bem localizada e de facil acesso, chego no Hangar 110 por volta das 9:30 da manhã e não me surpreende o fato de não ser o primeiro a chegar. Peguei meu lugar na fila e me juntei a Bianka Prata, Junior Vasconcelos, Danie Ferreira, Gabriella e Mike (que chegou logo em seguida). Pessoas totalmente desconhecidas mas que a partir desse dia as guardaria na memória com muito carinho.

Bianka e Junior vinham de Minas Gerais e foram os primeiros a chegar, Danie veio direto de Araraquara mas antes se encontrou com a Gabriella do interior de são paulo, Mike veio de Vitória e foi um dos felizardos ganhador de uma promoção realizado via facebook.

Os cinco felizardos

Não demorou muito para iniciar uma amizade entre todos (até mesmo pelo interesse mutuo que tínhamos naquele momento).

Entre uma piada e outra, um “senta-levanta, levanta-senta” na espera da fila foi por volta das 13:00hs  que uma Van preta estacionou na porta, pensei “provavelmente o pessoal que trabalha na na casa chegou para organizar o palco”, mas é claro que eu estava enganado havia chegado nada mais, nada menos que a PRÓPRIA BANDA e estavam descendo na nossa frente. Inicialmente fiquei pasmo, como todos os outros, em seguida a vontade de guardar aquele momento veio frenéticamente e comecei a disparar a maquina em busca de fotografias e vídeos de todos.

Todos os integrantes foram simpáticos e atenderam as nossas solicitações, autografaram Cd’s e camisetas, fizeram daquele momento algo único e nos sentimos as pessoas mais felizardas por estarem ali, falando, ouvindo e interagindo com a banda.

Eu, Danie e a banda (faltou a Silje)

Olha ela aqui comigo.

Claro que não consegui me expressar em frase nenhuma pois meu inglês ainda está no nível “Wath is you name?” e a única palavra que conseguia soltar pela boca foi “Picture” então me aproveitei da Danie como interprete que falava com todos facilmente.

Quando eles entraram na casa a euforia nos dominou, gritavamos e pulavamos ao mostrar oque cada um conseguiu de “premio” daquele momento mostrando fotos e detalhando ações que tivemos com cada integrante. Foi IN-CRÍ-VEL.

O dia foi passando e enquanto a fila ia se montando a fome começou a apertar, era domingo e onde estavamos não havia opções abertas para se alimentar. Decidimos pedir para guardarem nosso lugar na fila para outras pessoas que haviam chegado e fomos procurar um lugar para comer. Encontramos um modesto restaurante aberto numa rua nas imediações da estação da Luz, sentamos e fomos servidos prontamente, ali tivemos uma conversa divertidissíma e aconchegante (momento marcante).

A hora do rango.

Na volta houve uma preocupação com a troca de “flys” pelo ingresso, isso porque a Bianka e o Junior não estavam com a impressão do email da internet, a exigencia era que levanssem o pedido do ingresso e a troca aconteceria na bilheteria. Para não correr o risco de não permitirem a entrada dos dois na hora do show por causa de uma impressão, tive a idéia de procurar uma Lan House para imprimir o pedido de compra, a questão era saber onde tinha uma aberta, para isso então saimos a busca.

Andamos pelo bairro do Bom Retiro todinho perguntando para as pessoas na rua onde encontrar uma Lan House e nos mandavam para direta, outros nos mandavam voltar para esquerda, chegamos a cruzar com o pessoal da Cracolandia andando de um lado para o outro como se fossem coadjuvantes do set de The Walking Dead (oque causou um certo receio por parte do Junior e da Bianka em ver e se aproximar daquele povo estranho) até que finalmente encontramos a Lan House e resolvemos o dilema (ufa).

Quando voltamos encontramos a galera reunida tramando um acontecimento para a banda (mas diretamente para o

Rene Rutten

René (guitarista e atualmente principal compositor da banda que fez aniversário no dia anterior), queriam organizar um “parabéns a você” cantado por todos durante o show e também na saída da banda após passagem do som no hangar, compramos um cone trufado de chocolate junto com velinhas de bolo de aniversário e esperamos o momento chegar.

Já estava no inicío da noite quando que na saída do hangar a cantoria os pegou de surpresa, um frenético “PARABÉNS A VOCÊ” sem ensaio nenhum tomou conta do ambiente provocando uma reverência em forma de agradecimento por parte do René (isso foi muito bacana).

Em seguida o Lucas (organizador e responsável por traze-los para o show no Brasil) anunciou que eles fariam uma pausa para descanso e voltariam para o show dentro de 2 horas e após o termino disponibilizariam tempo para fotos e autógrafos a todos.

A casa abriu as portas antes do retorno da banda e Eu logo que entrei fui direto para a loja onde vendiam souvenirs e tratei de gastar tudo que tinha com artigos e CD’s da banda (havia me programado e reservado algum $$$ para isso), comprei minha camisa da turnê impressa e adquiri CD’s originais (que estavam uma pechincha) e fui garantir o melhor lugar possível para assistir ao show. Graças aos amigos de fila o lugar colado no palco bem em frente a Silje (vocalista da banda) estava garantido.

Visão do Palco

Danie, Eu, Gabi, Pedro e Rodrigo

 

 

 

 

 

 

 

 

A banda retornou com a casa cheia provocando a euforia dos fãs, havia uma turma disposta a encher a cara, outras a gravar tudo mas a maioria estava ali disposta a demonstrar todo carinho e admiração que guardavam pela banda sabendo que naquele momento não havia melhor lugar para se estar.

Silje

A entrada da banda me provocou uma sensação tão boa que naquele instante e soube que estava realizando um sonho, estava no Show da banda The Gathering algo que desejei por tanto tempo e não acreditava que se realizaria.

Liguei a camera e comecei a gravar e a partir dali foi tudo muito magico, cantava todas as musicas em alto e bom tom com meu inglês “chulo” totalmente errado e desafinado, porem tinha total conhecimento das letras e sabia exatamente oque estava sendo pronunciado.


A Silje estava encantadora, demonstrava carinho e atenção para todos. respondia a todas as perguntas que durante o intervalo de uma musica a outra era “gritado” pelos fãs. No meu ponto de vista achei que ela estava um pouco nervosa por ter o conhecimento do respeito e admiração que os fãs brasileiros nutriam pela antiga vocalista Anneke que deixara a banda por motivos particulares, dona de uma vocação sonora digna de rainha, porem isso mudou no decorrer do show onde todos puderam ver (e ouvir) que Silje alem de carismática cantava muito bem, nutria de desenvoltura e interagia com todos os integrantes da banda demosntrando experiência e, até mesmo, “capacidade” de ser a vocalista do The Gathering que a maioria dos fãs se perguntavam com a saída de Anneke.

Na metade so show fizemos oque havíamos combinado e começamos a cantar o “PARABÉNS PRA VOCÊ” novamente em homenagem a René e de forma rápida e singela ele fez o sinal de um cone e em seguida massageou a barriga nos dizendo em gestos que o cone trufado de chocolate estava muito bom (kkkk isso foi engraçado) oque nos deixou muito contentes, mas René “gostaria que você soubesse que tudo foi improvisado e que você merecia muito mais que uma trufa e parabéns pois você já me proporcionou sensações e momentos marcantes através das suas canções e por isso lhe sou muito grato.

Marjolein

Com o final do show veio aquela sensação ruim de algo que você não quer que termine (eu realmente lamentei), pedia para que a banda voltasse e continuasse a cantar como se eles tivessem a noite toda para isso mas infelismente acabou, porém fiquei ali parado de frente ao palco acompanhando desmontarem os equipamentos quando Frank e René voltarão ao palco e distribuíram palhetas ao publico, autografando camisetas e CD’s, de repende enquanto nosso grupinho aguardava a saída da banda e conversava sobre o show percebi que o René estava de posse de uma filmadora e nos filmava como se estivesse fazendo um vídeo pessoal e guardando A SUA lembrança daquele dia que para nós era inesquecível.

“Beijo mãe, to na globo”

Na saída da banda todos os integrantes presentiaram os fãs com conversas e fotografias, sempre simpaticos e atenciosos. A Marjolein (baixista da banda) foi a que mais interagia e distribuia simpatia era nitída sua alegria em estar tão próxima dos fãs, Frank (tecladista) e Hans (baterista) eram mais reservados porem não deixaram de atender a nenhuma solicitação de fotos e autógrafos, René era muito simpático e não só atendia aos fâs como também conversava muito com todos (claro que eu não entendia uma palavra), demonstrava muita admiração pelo publico e fazia questão de agradar a todos, já a saída de Silje foi um pouco conturbada por ser a vocalista era também a mais assediada, vinha acompanhada de um segurança e demonstrava presa por ser tarde da noite e a banda ansiava por descanso, mesmo assim  ela atendeu as minhas solicitações de foto e autografos.

Frank

Hans Rutten

Na saída da casa me deparei novamente com a Van preta e os integrantes da banda dentro dela ainda distribuindo fotos e autógrafos e fiquei ali até a banda finalmente se despedir e o carro se retirar.

Fica comigo a lembrança de um dia inesquecível no qual conheci pessoas e fiz novos amigos, tive momentos agradáveis a serem lembrados e realizei um sonho de assistir a apresentação de uma de minhas bandas prediletas que não esperava que se realizaria. Agradeço a todos que comigo estiveram e tenho a certeza que não poderia ter sido melhor.

Foto tirada durante o show. Eu sou aquele de braços levantados.

Um forte abraço aos “amigos de fila” que conheci.

Danie Ferreira, Gabriella Nunes, Junior Vasconcelos, Bianka Prata, Mike Figueiredo, Luis Santos Arantes, Pedro de Biasi, Rodrigo Senna, Mauro Pacheco, Fernando Borges, entre outros que minha mente fraca pode não ter lembrado. Espero ve-los novamente numa fila qualquer, quem sabe no próximo show do The Gathering no Brasil ano que vem que a querida Danie descobriu para “nooooossa alegria”

Que conversa boa

Até lá galera.

Em novembro de 2011 tive uma experiência incrível quando decidi ir ao Festival de Musica SWU que aconteceu em Paulínia-SP. O festival era de três dias e o último dia foi destinado ao publico do Metal e como não sou provido de uma quantia suficiente alta de ir a um festival como esse e sobrar grana tive que escolher um dia e escolhi esse.

Era um dia frio, nublado e estava com leve garoa (marca registrada da cidade) porem minha empolgação era enorme e entrei no ônibus exclusivo para o show vendido em uma das empresas no terminal rodoviário do tiete e logo estava na estrada me dirigindo ao interior de sampa.

Ao chegar em paulínia percebi que o terminal rodoviário ficava dentro de um shopping center (ou vice-versa) pequeno mas bonito e bem estruturado que tinha uma praça de alimentação ampla e com uma boa variedade de opções (você deve estar se perguntando “oque tem haver a praça de alimentação do shopping com o SWU?” continue lendo que explicarei o motivo de tanta importância) logo tratei de pegar o telefone e ligar para minha esposa detalhando o local soltando um pouco da euforia guardada por estar ali.

O fato era que o espaço destinado ao evento ficava ao lado do “terminal-shopping-rodoviário”, algo que achei esplendido, bastava atravessar a rua e você já estava na entrada principal do evento. Ponto positivo com o pessoal da organização.

Como cheguei bem cedo (por volta das 9hs da manhã) e nesse horário não tinha horário de shows que começavam só no período da tarde, (cont.) —>

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Atrações do Festival daquele dia.

(cont.) —> resolvi curtir o shopping (coisa rápida porque o shopping era pequeno) e me abastecer para aguentar o dia inteiro dentro do festival porque depois que entrasse não pretendia mais sair, então fui até uma loja da rede Lojas Americanas e comprei pacotes de salgadinhos diversos, bolachas salgada e recheadas, coca cola de 600ml (preferi coca porque não tenho o habito de beber muita água e se caso precisasse acreditava que não teria dificuldade em encontra-la dentro do festival). Oque eu não contava era com a quantidade de pessoas que também tiveram o mesmo pensamento, a loja estava completamente LOTADA, as prateleiras estavam quase vazias em todos os setores, o empurra-empurra era geral, oque comprei não foi por opção foi por ter sido aquilo que sobrou para comprar, e a fila do caixa então… LOOOOOOOOOOOOOOONGA, que levei quase uma hora para sair da loja e olha que provavelmente a loja trabalhou com todo seu pessoal disponível pois estava com atendentes tentando repor as prateleiras em quase todos os pontos (inclusive um cara que provavelmente era um gerente) e todos os caixas estavam operando com um alto astral elevadíssimo. Os funcionários nos faziam rir com histórias, piadas e contos de excelente bom humor (parabéns aos funcionários das Lojas Americanas do shopping center de paulínia) que fizeram com que o tempo na fila nem fosse notado.

Saindo da loja decidi então almoçar, um pouco mais adiantado do que de costume mas era uma estratégia boa para não precisar sair por motivo algum do festival (nem por comida) e é ai que entra a PRAÇA DE ALIMENTAÇÃO, que era ampla (a praça de alimentação do shopping era maior que o shopping em si), com boas opções e tal mas quando olhei em volta…

Tentem imaginar como estava dentro das lojas Americanas. (                     tempo do seu pensamento                )

Agora multipliquem por 1000 a confusão dentro da Americanas que você entenderá como estava a praça de alimentação.

Era um CAOS, gente pra todo lado, empurrões, um falatório ininterrupto, filas que se mesclavam de uma loja pra outra, mesas super ocupadas, as pessoas comiam espremidas umas nas outras, tinham pessoas comendo em todos os lugares inclusive nos canteiros de um pequeno jardim na lateral da praça e em pé mesmo alternando as bandejas entre os braços, uma loucura. Perdi muito tempo ali mas consegui escolher, comprar, e comer com ajuda de algumas pessoas desconhecidas que me fizeram companhia e já estavam no festival desde o dia anterior e me contaram alguns dos fatos que já haviam acontecido por lá.

Depois de comer fui ao banheiro tirar água do joelho e descobri que ir num banheiro de um evento de aglomeração espantosa como o SWU não é uma boa ideia. O chão estava alagado de água e mijo misturado de barro e merda que saiam dos múltiplos vasos sanitários entupidos, não tinha sabão para lavar as mãos e nem papel para enxuga-las (e olha que eu estava usando o banheiro de um shopping).

Depois disso sai do shopping e fui ao festival pois o primeiro show que queria ver era o dos Raimundos no Palco Energia e queria estar num bom local, afinal eu fui um dos responsáveis para que eles estivessem ali votando na promoção do evento feito meses antes pela internet em que o publico escolheria uma banda que seria convidada a participar do evento, eu votei nos Raimundos e eles ganharam e por MINHA CAUSA eles estavam ali então não podia perder esse show (hehehe eu sou o máximo).

Logo na entrada peguei fila, mas era pequena pois tinha vários pontos de revista e a fila andava rápido (ainda bem porque a garoa ainda estava presente e parecia que não iria embora) porém fui surpreendido com a impossibilidade de entrar com a garrafa de coca cola 600ml e teria que deixa-la na lixeira, o agente de revista foi até que educado e argumentava que não era pessoal mas sim as regras do evento e por isso ao invés de joga-la na lixeira ofereci a ele que me agradeceu e permitiu minha passagem.

Ao entrar me bateu aquela sensação MA-RA-VI-LHO-SA do prazer de estar ali, algo que até antes desse momento era inimaginável, difícil de acreditar, e quando você se vê realizando um desejo tão grande você se sente flutuando, com imensa alegria e satisfação.

Fui logo buscando a câmera de fotos, queria registrar tudo, não que perder nenhum detalhe e fiz um vídeo logo nos meus primeiros passos registrando todo o local (Esse momento está no vídeo do final desse poste do resumo dos vários momentos da minha passagem no festival).

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Visão de entrada do evento.

A minha euforia foi diminuindo com o tempo, parte pelo clima nublado que se instalava no céu promovendo uma garoa irritante e um frio insistente. Porem nada iria estragar aquele dia pra mim. Era um dos momentos altos da minha vida, algo que eu lembraria para todo sempre e estava disposto a colecionar histórias para serem contadas durante a sequencia de minha vida.

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EU FUI!!!!

A estrutura inicial do evento ficava numa parte que não era asfaltada e se assemelhava a um campo de futebol. Por causa da chuva do dia anterior e da garoa que se estendeu depois ficou completamente enlameada e por conta do aglomerado de pessoas que passavam tinha alguns lugares que era difícil se manter em pé correndo o risco de virar motivo de risos num eventual escorregão.

Logo a esquerda ficavam as lanchonetes vendendo cachorros quentes e salgados. A direita havia uma tenda da Heineken chamada de Greenspace (espaço verde) obra que era uma das atrações do evento onde se revezava DJ’s e suas Pick-ups durante todo o festival. Gostei do som (naquele momento se apresentava o DJ Ricardo Bellini) mas não era esse o tipo de som que me levou ao festival eu queria mesmo era ver as bandas se apresentando ao vivo e passei reto. Logo a frente da tenda estava o prédio do Fórum onde a organização apresentava palestra sobre o mega assunto que o tema SUSTENTABILIDADE trazia a ser debatido, porem não fiz questão alguma de me interessar por isso e nem passei perto do prédio ignorando-o totalmente.

A frente encontrei o palco New Stage ainda vazio onde se apresentaria bandas de menor expressão e de estilos variados, algumas até new age mas nenhuma me chamava a atenção pois tinha total desconhecimento da maioria, a única que conhecia era a banda Simple Plan, o problema é que sua apresentação ficava entre os shows do Stone Temple Pilots e Alice in Chains e como “gosto não se discute” logo percebi que não iria assistir a nenhuma das apresentações nesse palco.

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“Pra quem não sabe são esses os banheiros químicos que se destinam a eventos como esse. Ainda quando estão limpos”

Nesse ponto o caminho se dividia em dois. A esquerda me levava a praça de alimentação do evento onde não só haviam lanchonetes mas também restaurantes servindo refeições bem servidas tanto no tamanho quanto no preço que chegava a beirar o absurdo. A frente da praça de alimentação ficava o espaço destinado aos banheiros químicos, que se assemelhava ao banheiro do shopping em questão de higiene e limpeza, a diferença era o tamanho que era beeem maior portanto a imundice era assustadora e dessa vez nem tinha água para se limpar muito menos para eliminar os detritos fecais dos banheiros (imaginem a cena galera, HUGH!!!)

O cheiro horrível que saia desse lugar era algo que fazia algumas pessoas a ter ânsia de vômito e me intrigava mais ainda era ver o povo comendo na praça de alimentação logo a frente daqui. Alem da parte enlameada onde ficavam as messas dos supostos clientes.

Voltando ao palco New Stage e se dirigindo a direita, logo a frente você encontrava o espaço Lounge Vip (a área VIP pra quem assistiria as apresentações). Não sei oque havia dentro daquele lugar que mais parecia uma tenda árabe de algum sheik rico e seu arem, mas dava pra perceber que alem de alimentação diferenciada havia som ambiente e o local dava traços de coisa de gente chic. O fato intrigante porem, era que ele se destinava no centro do espaço onde estavam os dois palcos principais mas ficava muito longe de ambos e só daria para assistir aos shows dos telões e, na minha concepção, pagar VIP pra ver o show do telão se perde toda a vantagem e portanto perde a nomeação de VIP, mas tem louco pra tudo nesse mundo, inclusive louco-burro.

Passando pela área VIP encontrei o espaço principal festival. Um espaço amplo asfaltado onde havia uma arquibancada coberta ao centro, do lado direito o Palco Energia e a esquerda distanciado o Palco Consciência e soube que era ali que iria passar o maior tempo do meu dia.

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“Visão panorâmica do espaço entre os dois palcos vista a partir da arquibancada”

Abaixo da arquibancada tinha banheiros masculino e feminino que eram apitos a se utilizar. Havia também uma tenda pequena onde se vendia bebidas e outra que vendia salgados e cachorros quentes tudo muito simples mas era suficiente para manter os apaixonadas pela musica que não queria perder nem um pedacinho dos shows bem ali no mesmo lugar aproveitando ao máximo tudo.

A esquerda do palco Consciência havia uma espécie de tobogã mesclado com túneis que fazia parte de alguma promoção que nem perdi meu tempo em perguntar qual (nem pra esse lado fui).

De cara me dirigi ao palco Energia onde já estava montado a estrutura para a apresentação dos Raimundos (no qual era um dos shows em que mantinha muita expectativa), escolhi um bom lugar o mais próximo possível do palco mas já tinha muita gente e não pude me aproximar da grade.

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Visão do palco Energia. Aguardando a banda Raimundos.

A garoa continuava a cair mas não o suficiente para incomodar portanto torcia para que ela não aumentasse.

Quando o show começou até esqueci da garoa e entrei em estado de êxtase ouvindo o som e curtindo muito pois a banda tocou todos aqueles sucessos que ouvia durante muitos anos da minha vida (não me lembro da sequência do set list porem não deve ser difícil encontrar com uma busca pelo google, algo que não farei.)

Comecei a gravar um vídeo a partir da introdução no início do show mas parei de filmar logo porque estava tão eufórico que queria aproveitar o show e comecei a pular que nem um louco dando importância para lembrar daquela sensação de ter aproveitado ao máximo aquele momento que saberia que seria único na minha vida, então deixei as filmagens de lado.

Raimundos foi demais. A banda inteira demonstrou carinho e deu atenção aos fãs agradecendo pela votação que determinou a vinda deles pra cá e eles deixaram bem claro dizendo: “Isso aqui é pra vocês, é por causa de vocês que estamos aqui.  Muito obrigado a todos”

Logo quando acabou o show dos Raimundo fui direto para o palco Consciência e a partir daí entendi como funcionaria a lógica do festival entre um show e outro. Não só eu mas todos abandonaram o palco Energia e ficaram esperando o Show do Load que aconteceria em instantes no palco Consciência.

Palco Consciência sendo preparado para o Show da banda Load

Não conhecia o trabalho da banda porem me agradou muito e curti bastante.

No termino do show do Load iniciaria o show da banda Black Rebel Motorcycle Club no palco Energia, mas como também nunca tinha ouvido falar decidi dar um rolê pelo festival e fazer um lanche. Algo que a essa “altura do campeonato” era muito difícil pois o evento estava tomado por uma multidão que andava para todas as direções pois estava acontecendo apresentações simultâneas por toda parte.

~~MULTIDÃO~~

Dei uma olhadinha no que estava acontecendo em todo o evento e fiz uma boquinha.

A garoa tinha ido embora e parecia que o tempo iria melhorar, oque ficou mesmo foi o barro pisado que dificultava a caminhada em alguns pontos principalmente próximo a tenda Greenspace,  na parte atrás do Fórum e na praça de alimentação

Mas fiquei atento ao horário para não perder o Show da banda Down, mas essa parte em diante deixo para um novo poste (se me der vontade e disposição de faze-lo).

Por hora fiquem com o vídeo que mencionei antes, sobre meu resumo das várias apresentações desse dia Inesquecível.

Abraço galera (ufa).

Em abril, mais precisamente no dia 25, mesmo com minha agenda lotada de opções resolvi tirar um tempo para visitar a exposição Let’s Rock que acontecia na Oca do Ibirapuera.

Um dia agradável, com muito sol que fazia com que o parque se torna-se muito atraente.

Mas o dia foi reservado para a exposição e me dirigi direto para a Oca e logo na entrada já encontrei a lojinha do Let’s Rock, um lugar onde você podia comprar um souvenir como lembrança com a logomarca da exposição entre eles: Camisas, bonés, adesivos, bandanas, cd’s, etc.

Um monte de bugiganga sem graça e que não chamava a atenção isso sem contar o fato que ficava antes da bilheteria para se comprar o ingresso, só por aí já deu pra se entender a ideologia dos organizadores da exposição.

Mas enfim, comprei meu ingresso (R$ 10,00 Valor da meia para estudante coisa que eu não sou e não foi perder meu tempo pra explicar) e fui logo entrando.

De cara encontrei uma espécie de túnel com fundo preto que mantinha uma trilha musical de vários estilos de Rock que tocavam simultaneamente e dentro dele contava a História do Rock num fluxograma belíssimo desde a primeira composição gravada de uma musica do Rock’n Roll até a atualidade, informando fatos importantes e marcantes que chegava a emocionar.

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“Eu jurava que tinha feito um vídeo desse túnel mas devo ter deletado acidentalmente portanto se contente com a foto”

Na saída de deparei com uma cena no minimo intrigante. Havia vários tipos de guitarras penduradas num aramado metálico, uma mais loka que a outra.

Curti a ideia mas a organização poderia dar um pouquinho mais de atenção aos arranjos e estrutura voltada ao visual.

Tinham guitarras que ficavam com a visão prejudicada pelos ferros que cruzavam a sua frente. Outras que ficaram num lugar tão alto que eu só consegui enxergar os detalhes com a ajuda do zoom da minha maquina fotográfica digital, fiquei imaginando a dificuldade de uma pessoa de mais idade com diminuição da visão ou mesmo um jovem que utiliza de óculos para enxergar melhor, com certeza tiveram trabalho para poder observar a todas as guitarras que estavam expostas ali.

Logo ao lado havia uma guitarra com o logo da exposição sendo sorteada ao publico e seria escolhido ganhador aquele que respondesse a pergunta “Como o Rock mudou sua vida?” (ou algo desse tipo, sinceramente não lembro bem qual era a pergunta, muito menos qual foi minha resposta).

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(~_~)

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Em seguida vi um lugar em que um funcionário demonstrava como montar um guitarra, mas oque me chamou mesmo a atenção foi um espaço composto por banquetas com auto falantes embutidos ligados a fones de ouvidos e no meio vários suportes com diversos tipos de guitarras penduradas. Estavam lá porque qualquer pessoa podia escolher uma e toca-la com privacidade sonora, com certeza o ponto auto da exposição mesmo eu não sabendo tocar nada fiquei abismado com o numero de variações e tipos de guitarras uma mais estilosa que a outra.

Enquanto ficava admirando todas elas se aproximou do local um grupo de adolescentes que começaram a tocar musicas do Guns e do Led Zepellin sem a utilização dos fones de ouvidos e fez com que o ambiente ficasse realmente agradável.

♫ ♫ ♪ ♫ ♪ ♪ ♫

No andar acima havia um local onde estava exposto os acessórios e instrumentos marcantes utilizados pelos ícones do Rock, como o baixo do Jimmy Simmons, a guitarra do Slash e os posteres marcantes do Black Sabbath. Tinha também coisas que não tinham motivo algum para estarem ali e que só chamavam a atenção pelo fato de nos perguntamos “como essa merda veio parar aqui?”, exemplos são o skate do chorão que nada tem haver com Rock e a roupa de astronauta usada pela Fernanda Takai no clipe da banda Pato Fu que de FU… eles entendem (tenho fotos disso mas nem vou posta-las aqui pra não estragarem o poste).

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

No piso térreo haviam pequenas saletas com som ambiente das musicas que fizeram sucesso em cada década, começando pela década de 50’s até o anos 2000 todas ambientadas com posteres e imagens ligadas ao Rock’n Roll de sua década, no meio de cada sala ficava pendurado um tela plana onde passava clipes das musicas que estavam tocando no ambiente e você podia avançar ou retroceder como quisesse sentado num banquinho decorado igualzinho com o design das paredes.

Claro que gostei mais da sala dos anos 80’s e 90’s me fizeram relembrar de vários sons que marcaram minha vida.

A sala do ano 2000 também estava muito boa porém eu já estava com certa pressa e me dirigi ao ultimo andar que guardava algo de muito interessante. Era um salão bem próximo ao teto arredondado que não tinha nenhum móvel a não ser alguns puffs para se deitar e ao lado de cada puff um fone de ouvido, a surpresa era o teto que servia de telão onde passava um video de aproximadamente 3 minutos com partes de shows marcantes e agitação da galera em festivais e você podia ouvir tudo pelos fones de ouvido, realmente muito bacana e proporcionava uma experiência diferenciada por sensações.

“Eu na sala dos anos 90’s curtindo o som”

No geral achei a exposição bem fraquinha onde o ponto forte foi o salão das guitarras para tocar e o telão de teto que te deixava com aquela vontade de sair dali direto para um festival.

Bom galera não deixem de expressar a opinião de vocês nos comentários principalmente se vocês também foram a exposição.

Abraço.

meme video game

Eu levando meu filho para escolinha hoje num belo dia ensolar… on Twitpic.

Hoje a tarde, meu dia de folga na semana.

13:00 de uma bela tarde e meu filho lindo comigo indo para a escola.

Te Amo rapazinho, você é minha vida

Beijo do Pai.

No último fim de semana de novembro assisti a mais duas peças de teatro (galera Eu to adorando teatro) muito boas.
Primerio foi O Clã das Divorciadas divertida comédia de três mulheres que resolvem dividir o mesmo apartamento e descobrem que tem algo em comum, as três estão divorciadas e mesmo com as lembranças descepcionantes dos antigos relacionamentos estão a procura de um novo amor. 

O Clã das Divorciadas  O Clã das Divorciadas  

A peça tem um ritmo de fácil entendimento e um palco bem decorado. As caracteristicas escolhidas para as personagens foi o ponto forte do humor, as três mulheres são animadas e apimentadas (só pra constar: Eu sei que uma delas é traveco hein!!).

Lulu, animada, consumista e compulsiva percebe que está ficando endividada e resolve dividir o apartamento. Alegre e com um comportamento do tipo daquelas que não se abala com nenhuma historia triste ela não imaginava que teria a compania de duas companheiras no mesmo barco.

A Brigite (O traveco) rouba a cenas da peça com uma interpretação marcante sendo tipo a “voz da consciência” orientando e consolando as suas amigas.

Eu Ri muito com a Lola, bela e exuberante a garota parece estar desconectada do mundo real, vive pensando “naquilo” e mantém o ponto mais alto do humor da peça com um sotaque, digamos, casteliano na fala.

Para você que gosta de rir e muito essa é uma boa opção que continuará em cartaz o ano que vem. Aproveite.

A Segunda  foi 39 Degraus com um elenco que ja garante casa cheia como Dan Stulbach e Danton Mello a peça faz com que você saia com a impressão que viu um espetáculo… e viu mesmo. O palco é amplo e cheio de surpresas como paredes duplas, portas, janelas e até cabines elevadas. As sacadas do elenco em utilizar os movéis com multiplas funções é ótima, caixas viram poltronas de trem, cadeiras e assentos virão carros e muitas outras coisas engraçadas.

A peça é uma das histórias de Alfred Hitchcock (39 Steps) e teve algumas adaptações para o teatro no mundo. A versão brasileira é dirigida por Alexandre Reinecke que tambem dirige O Clã das Divorciadas, pelo jeito o cara sabe fazer do trabalho um sucesso.

Minha Visão do Palco (fiquei de pertinho dessa vez) Teatro frei caneca

A hitória começa quando um detetive aposentado cansado da rotina e vivendo no marasmo vai a um show e encontra uma jovem que se diz perseguida, então decide dar abrigo em sua casa e no amanhecer ela é encontrada assassinada. Sendo assim, perseguido pela policia acusado pela morte da jovem, ele utiliza toda sua capacidade de investigação para desvendar o crime e provar sua inocência.

Parece um drama mas é uma comédia engraçadissíma cheia de suspense. Um espetáculo imperdível feito com muita competência pelos atores e elenco afiado que merece destaque e aplausos calorosos da plateia.

Valeu e muito.

Fui galera.

Quero ver sobre…

Folha

Twitter Rabugent0

Erro: o Twitter não respondeu. Por favor, aguarde alguns minutos e atualize esta página.

Twitter Krusty

  • Ou poderia usar canudinho 5 years ago
  • Respondi que prefiro Parkinson. Melhor derrubar um pouco do vinho do copo do que esquecer onde guardei a garrafa 5 years ago
  • Me perguntaram se na velhice eu preferia Parkinson ou Alzheimer? (espero que essa pessoa morra engasgada com a azeitona da bebida) 5 years ago
  • E ai quem já começou com um bom dia somente abrindo os olhos certamente ainda está com a cerveja de ontem na mão 5 years ago
  • No trabalho mas dormindo 5 years ago
  • Não liguem para esse tweet... Eu ainda estou dormindo 5 years ago
  • Manhê, cadê você? 5 years ago
  • Se bem pra que ele fique sensacional basta fechar algumas igrejas e abrirem uns bares no lugar 5 years ago
  • Tão querendo me censurar por causa de alguns palavrões e tal, povinho mal humorado por isso sou humorista infantil pra fazer um world melhor 5 years ago
  • Feliz ano no galero 5 years ago

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